Certa vez, um apresentador de televisão fez uma indagação intrigante: “O QUE SERIA DO MUNDO SEM A MÚSICA?” Essa frase ficou gravada na minha memória e, desde então, passei a me aventurar na música. Hoje, além de recordar essa expressão marcante, sou tomado por um receio em relação ao futuro da cena musical noturna em Cascavel. A cidade pode enfrentar a falta da inestimável “MÚSICA AO VIVO”, já que os músicos enfrentam dificuldades financeiras para sustentar suas famílias e adquirir instrumentos necessários para sua arte. É evidente que o trabalho desses artistas, que tanto encantam o público, não é devidamente valorizado, o que compromete a continuidade dessa paixão.
Para ilustrar a situação crítica vivida por muitos músicos locais, é comum ouvir relatos de que certos estabelecimentos noturnos desviam-se de suas obrigações legais e confiscam até mesmo a taxa de couvert. Se essa injustiça persistir por parte dos proprietários de casas onde ocorrem apresentações, a famosa frase sobre a inexistência da música se tornará uma realidade triste. O que teremos será apenas o barulho ensurdecedor das caixas de som – thum… thum… thum… – enquanto os acordes suaves e poéticos que nos tocam profundamente estarão extintos. Assim, restará apenas a lembrança nostálgica dessas melodias, uma verdadeira “Saudade”. Vale lembrar que até este tema tão frequentemente explorado na música pode se tornar uma relíquia do passado, como uma marchinha de carnaval esquecida.
Em 1966, por exemplo, o General-Presidente Castelo Branco recebeu notícias de que seu irmão havia ganho um carro Aero-Willys como reconhecimento pelo seu trabalho na Receita Federal. Ao saber disso, ele ordenou que o irmão devolvesse o veículo para evitar qualquer tipo de desmoralização. O irmão protestou, mas o presidente respondeu:
“- Meu irmão, você já está afastado do cargo. Agora decido se você vai ser preso ou não.”
A música desse episódio permaneceu viva no tempo, mas acabou sendo esquecida e não mais ressoada com saudade. Em situações similares, costumamos dizer localmente: “Cristo não vem mais”. Contudo, se tudo no Brasil seguisse esse padrão de eventos – como no caso mencionado – Cristo já teria retornado há muito tempo.
GRIFE
Os Festivais Musicais da Record: uma nostalgia que não se repetirá.
FOLHETINS
A manipulação subliminar e a abordagem condenável das notícias pela esquerda têm dominado os sites e jornais. Essa falta de escrúpulos atingiu um nível alarmante.
Uma repórter com um estilo peculiar em sua dicção e entonação tem se destacado no YouTube ao discutir temas relacionados a Israel e à Bíblia. Ela poderia brilhar ainda mais com seu estilo em “reportagens especiais” no Fantástico. No entanto, parece haver uma ausência de inovação nesse formato atualmente.
MESA DE BAR
No balcão da padaria:
– O pão é fresco hoje???
Não. É feito com farinha mesmo!
– Garçom… Outra gelada, por favor!
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