Uma sensação estranha me invade, algo que parece comum quando o assunto é pessoal. No entanto, não consigo descartar a gravidade do que estou sentindo. Após uma reflexão cuidadosa, percebo que pode ser algo sério. Por duas vezes, já trouxe à tona esta questão em minha coluna e agora o faço novamente, na esperança de que chegue ao conhecimento do Ministério da Saúde. Não falo apenas por mim; é fundamental considerar quantos brasileiros estão recebendo essa vacina atualmente. Quem a produz? Existe garantia de sua eficácia? Qual foi o custo para o Brasil? O motivo de meu relato está na experiência negativa que tive; a vacina não teve efeito algum em mim e, ao invés disso, os sintomas se intensificaram. O volume de secreção na garganta aumentou, sinto enjoos crescentes e episódios ocasionais de tontura, além de momentos de confusão mental. Desejo informar ao Sr. Ministro que meu organismo “afetado” pela vacina está disponível para qualquer exame que o ministério considere necessário. Até agora, não obtive nenhum benefício e isso gera uma grande apreensão. Todas as vacinas vêm do mesmo fabricante? Não tenho certeza! Quantos brasileiros podem ter sido enganados por elas? Seriam milhares ou até milhões? A desconfiança sobre a eficácia desse medicamento é evidente! Embora não seja médico, é quase um consenso entre as pessoas que o aumento do chamado “muco” nas vias respiratórias pode ser relacionado à hidratação (o que um profissional da saúde poderia confirmar). Talvez esse excesso esteja me causando tanto incômodo. Enfim, Sr. Ministro, será que corremos riscos com essa vacina… Não é chinesa, certo? Não duvido… A presença da China em nosso país atualmente é inegável. Se houver esclarecimentos para a população brasileira, certamente serão bem recebidos. Resumindo, tomei a vacina e apenas enfrento efeitos desagradáveis sem nenhuma vantagem. Que outros casos precisam ser analisados???? Quais sequelas podem surgir no futuro? Estou expondo minha situação porque não me sinto bem. “E se há alguém se sentindo mal… Quem está bem???”
GRIFE
Há algum tempo, entre conversas em bares e esquinas, surgiu uma expressão popular para descrever negócios vantajosos – “coisa de amigão para amigão”. Esta expressão foi relembrada após mais uma festa em torno da renovação do contrato de coleta de lixo…
Nota-se que forró não é exclusividade do Nordeste! Em Cascavel, esse estilo musical tem sido uma verdadeira “boia dada” ao longo dos anos.
MESA DE BAR
Jargão popular mundial
“-Todo homem tem seu preço”
Entretanto, descobriram em Brasília que muitos oferecem descontos.
– Garçom… Mais uma cerveja gelada, por favor!!!
